Listinha complicada de fazer, e que pode se confundir com essa aqui que eu postei há um tempão. Mas essas aqui tem sua razão de estar aqui (mais do que na outra lista), vocês vão ver porque:
- “For no one” – Beatles: Uma música que canta um fim de relacionamento onde não sobra mais nada põe QUALQUER UM parado pensando na vida. Acho forte pacas os versos onde se diz: “…and in her eyes you see nothing / no sign of love behind the tears / cried for no one / a love that should have lasted years…“
- “Fake plastic trees” – Radiohead: O repertório inteiro da banda é perigoso para quem tem tendências suicidas, mas até que essa te põe pra pensar mais criticamente sobre o valor das coisas (ou a falta de). Já dediquei um post inteiro sobre essa música, mas não custa repetir: simplesmente genial o verso “she looks like the real thing / she tastes like the real thing / my fake plastic love…“
- “Hope there’s someone” – Anthony & the Johnsons: essa eu ouvi pela primeira vez por indicação de uma então namorada, e após o término nem preciso lembrar o impacto da música. Mas mesmo se não tivesse background nenhum, olhem como a letra da música apela e te põe pra pensar na vida: “…Hope there’s someone / Who’ll take care of me / When I die, Will I go…“. Nem precisava o vocalista cantar com a voz tão sofrida.
- “Outra vez” – Roberto Carlos: a letra TODA é uma obra de arte, mas um verso é simplesmente genial: “Das lembranças que eu trago na vida / você é a saudade que eu gosto de ter…“
- “Canção da América” – Milton Nascimento: Pra alguns essa música pode soar forçada, piegas, oportunista (acho que a usaram quando alguma figura pública morreu, talvez o Senna, não lembro). Mas pra mim tem um significado muito especial, por me lembrar meu falecido pai. Nem preciso ouvir a música inteira, basta “Amigo é coisa pra se guardar, no lado esquerdo do peito…” e pronto
Ps: “(Everybody’s free to wear) Sunscreen” – Baz Luhrman é covardia, praticamente um hors concours

Uma coisa que eu sempre falo com os twitterunners é que, basicamente, as músicas que eu escuto determinam meu ritmo nas minhas corridas. Isso não quer dizer que eu não corra sem música: nas vezes que eu esqueço o MP3 Player, eu mentalizo alguma (ou algumas) música(s) e sigo. Ou seja, eu praticamente enjoei de ouvir “Clarity of Mind” (V Spy V Spy) nas vezes que subi a Mesa do Imperador sem Mp3 Player
Durante uma operação de mergulho em 2008 (mais precisamente num intervalo de superfície), eu e meu amigo 
Só que por conta dos ensaios no 
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